REFLEXÃO DIÁRIA • 26 DE SETEMBRO
Nossos Filhos
“Pode ser que o alcoólico tenha dificuldades em restabelecer relações amigáveis com seus filhos… Com o tempo verão que ele é um homem novo e entenderão a sua maneira… A partir daí, o progresso será rápido. Ótimos resultados frequentemente se seguem depois de uma reconciliação como esta.”
– ALCOÓLICOS ANÔNIMOS ↔ Capítulo 9 • A Família Depois
Enquanto no caminho da sobriedade, recebi um presente que não poderia comprar.
Foi uma carta de meu filho no colégio dizendo:
“Pai, você não pode imaginar como estou contente sabendo que tudo está bem. Feliz Aniversário, eu te amo.”
Meu filho já tinha me dito na festa, quando ele me disse chorando: “Papai eu te amo! Não podes ver o que estás fazendo a você mesmo?”
Eu não podia.
Sufocado pela emoção, eu tinha chorado, mas desta vez quando recebi a carta de meu filho, minhas lágrimas foram de alegria, não de desespero.
fonte: aa.org.br
SOBRE
O livro ‘Reflexões Diárias’ foi escrito por membros de A.A. para membros de A.A..
Ele preenche uma necessidade de colocar no ‘plano das 24 horas’, um conjunto de reflexões que caminhassem pelo calendário anual.
No topo de cada página há uma citação, tirada da literatura oficial da Irmandade.
ORIGINAL
In English • Daily Reflections
OUR CHILDREN • September 26
“The alcoholic may find it hard to re-establish friendly relations with his children. . . . In time they will see that he is a new man and in their own way they will let him know it. . . . From that point on, progress will be rapid. Marvelous results often follow such a reunion.”
– ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 134
While on the road to recovery I received a gift that could not be purchased.
It was a card from my son in college, saying,
“Dad, you can’t imagine how glad I am that everything is okay. Happy Birthday, I love you.”
My son had told me that he loved me before.
It had been during the previous Christmas holidays, when he had said to me, while crying, “Dad, I love you! Can’t you see what you’re doing to yourself?” I couldn’t.
Choked with emotion, I had cried, but this time, when I received my son’s card, my tears were tears of joy, not desperation.
source: aa.org








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